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| Caminhos do Alfredo |
Vem passear com a gente por Flores da Cunha, a cidade que mais produz vinhos no Brasil!
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| Mirante Gelain |
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| Gran Nero Presunto Cru |
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| Vinícola Luiz Argenta |
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| AUTORES DO SITE |
Olá! Sejam bem vindos ao nosso site!
Somos Grazi e Vitor um casal apaixonado por viagens!
Estamos casados há mais de 17 anos e, em muito tempo desse período, passamos viajando para fugir da rotina, respirar novos ares, conhecer lugares, aprender…
Aqui no blog daremos muitas dicas de lugares para visitar, hospedagens, restaurantes e roteiros objetivos para os que também amam viajar.
Somos de Florianópolis e já viajamos muito de carro pelas Serras Catarinense (Urubici, São Joaquim, Rancho Queimado) e Gaúcha (Gramado, Canela, Bento Gonçalves, Garibaldi, Farroupilha, Igrejinha, Flores da Cunha). Adoramos fazer enoturismo (já fomos em muitas vinícolas no Brasil e no exterior). Já estivemos muitas vezes em Balneário Camboriú, Gramado e Curitiba. Também curtimos muito uma viagem de Cruzeiro.
Além do Brasil, já visitamos mais 3 países da América do Sul (Argentina [3 vezes em Buenos Aires e também Mendoza], Chile [2 vezes em Santiago e arredores] e Uruguai [Colônia del Sacramento e Montevidéu]), assim como os Estados Unidos (3 vezes em NY, além de Philadelphia, Chicago e New Orleans) e vários países da Europa (Espanha [Barcelona, Madrid, Toledo e Sevilha], Itália [Roma, San Gimignano, Florença e Pisa], França [Paris e Versalhes], Bélgica [Bruxelas e Brugges], Portugal [Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Óbidos e Sintra], Inglaterra [Londres e Windsor], Holanda [ 2 vezes em Amsterdam] e Vaticano).
Já passamos alguns perrengues em viagens, já repetimos destinos, temos nossas cidades preferidas e fazemos nossos próprios roteiros de viagem! São mais de 17 anos viajando juntos e adquirindo experiência em cada uma delas e muita prática ao planejar nosso roteiro e itinerário de viagem.
Por isso estamos oferecendo um serviço personalizado para você, que provavelmente já comprou sua passagem e não sabe nem por onde começar a se organizar para tornar seu sonho realidade. Faremos um roteiro de acordo com seus objetivos e desejos, com muitas dicas, mas bem simples de entender e otimizado para você ver tudo aquilo que sempre desejou na viagem dos seus sonhos.
Entre em contato: vemviajaramor@outlook.com
Siga-nos no Instagram: @vemviajaramor
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| Riverwalk |
Na imagem você pode ver a Orla do Rio Mississippi, em New Orleans. Vale a pena caminhar por ali e depois seguir para o passeio de barco. Mas não é qualquer barco, é um à vapor, super clássico e histórico, com direito a show de Jazz. Os preços começam em 42 dólares (vai depender se você quiser fazer ou não refeição durante o passeio).
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| Steamboat Natchez |
Estão vendo lá no alto da embarcação um senhor? Pois ele tocava aquele instrumento parecido com piano, enquanto embarcavamos no barco. Essa orla da cidade é maravilhosa: tem vista para o rio (e consequentemente uma paisagem linda), vista para as 3 pontes da cidade, é muito bem cuidada e você pode ver muitos locais caminhando e correndo, tem localização central bem perto da famosa Catedral de Saint Louis e bem próximo ainda fica o famoso Cafe Du Monde.
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| Dentro do barco a vapor |
O passeio em si tem 2 horas de duração e pode ser feito de dia ou à noite, além de incluir ou não refeições (ai o preço do passeio fica um pouco mais elevado). Compramos nossos ingressos online, optando por passeio diurno sem refeição, e apresentamos nossos ticktes impressos na hora do embarque. Tanto o embarque, quanto o desembarque foram bem organizados.
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| Catedral de St.Louis vista do barco |
Em seu interior tem local para almoço, música ao vivo, mesinhas internas e externas e bar de drinks (você paga o que consumir), onde compramos bebidas para desfrutar ao longo do passeio.
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| No barco a vapor |
A maioria das pessoas que visita Paris faz esse bate-volta até o Palácio de Versalhes, que fica na charmosa cidade de Versalhes e leva cerca de 30 minutos!
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| Entrada do Palácio de Versallhes |
Para chegar lá você precisa pegar um trem. E não se engane achando que o ticket do metrô serve. Sem sabermos disso, nós usamos o do metrô no trem. Durante o trajeto vem um fiscal conferir os tickets e, como os nossos não eram de trem, fomos multados. Cerca de 15 euros. Enfim, para não desperdiçar euros (por favor!), cuidem com isso.
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| Parte interna de Versalhes |
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| Maquete do Palácio de Versalhes |
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| Afrescos de Versalhes |
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| Sala dos Espelhos |
A cidade de Versalhes fica cerca de 1 horas de Paris, de trem. Para chegar até lá, você vai comprar ticket para trem (RER C sentido Chateau de Versailles). Ao chegar na cidade, você vai sair da estação e andar uns 10/15 minutos até chegar exatamente
no portão de entrada do Castelo. É super tranquilo e você vai ver como é bonitinha a cidade. E, claro, compre antecipadamente seu
ingresso para não perder tempo em filas.
As visitas podem ser feitas de terça a domingo, das 9hs às 18:30hs e custam a partir de 21 euros.
Os locais mais famosos são a Sala dos Espelhos e os Aposentos de Maria Antonieta, onde pudemos conferir de perto as locações do filme da diretora Sofia Coppola, sobre a Monarca (ela foi a única pessoa autorizada até hoje a filmar lá dentro nos cenários reais). Então tudo o que vimos lá dentro, além de fazer parte da história real da monarquia francesa, passou no cinema, também. Particularmente, adoramos incluir em nossos roteiros locais que já foram locações de filmes.
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| Aposentos de Maria Antonieta |
O jardim do palácio é enorme e belíssimo, garantindo fotos maravilhosas! Não conseguimos ver tudo e nem ir, na casa em separado, que era de Maria Antonieta.
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| Jardins do Palácio de Versalhes |
Se você já foi ao menos 1 vez para Nova York, vale a pena fazer esse super bate e volta até Philly (para os íntimos). Ao nosso ver esse tipo de viagem deve ser feita quando a distância entre as cidades é de no máximo 2 horas, para você não ficar mais tempo no deslocamento que passeando.
Curiosidades rápidas sobre a cidade:
– O Independence Hall, onde a Declaração de Independência foi assinada, e o Liberty Bell são as atrações mais famosas da cidade, além da estátua do filme “Rock” e as escadas do Museu de Arte da Philadelphia, onde foram gravadas cenas do filme;
– Não deixe de comer o sanduiche Philly Cheese Steak (pão, queijo e carne, bem quentinho e derretido);
– Franklin Roosvelt tem grande ligação com a cidade, pois foi seu morador por muitos anos e também foi onde morreu. Ele foi o maior representante do iluminismo nos EUA e fundou a primeira biblioteca pública da Filadélfia;
– Ela fica localizada no estado da Pensilvânia, entre as cidades de Nova York e Washington DC;
– Foi o local onde a Declaração de Independência e a Constituição Americana foram assinados.
Vai aí o roteiro de 1 dia que fizemos na Philadelphia a partir de NY, de trem:
1. Pegamos um trem às 8hs na Penn Station (o ticket compramos meses antes pela internet e validamos num guiche antes de embarcar);
2. Leva cerca de 1h pra chegar na estação de Philadelphia, onde pegamos um táxi até o mercado Reading Terminal Market;
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| Comendo o mais famoso philly cheese steak da Philadelphia |
3. Lá comemos um prato típico chamado Philly Cheese Steak no restaurante Molly Malloy’s (semana passada fizemos post sobre isso aqui no feed);
4. Em frente ao mercado é o primeiro ponto de saída dos ônibus hip on hip off (todas as empresas saem dali) e ao lado fica o Hard Rock Café;
5. Pegando o ônibus já sabiamos seu roteiro, pois compramos o ticket online, então já haviamos selecionado as paradas;
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| Catedral da Philadelphia |
6. Nossas saídas do ônibus foram no Museu de Arte da Philadelphia (onde tem a escada e a escultura do filme Rocky), na Catedral, no Liberty Bell Center (onde fica o sino da Independência Americana) e no One Liberty Observatory (onde você vê a cidade do alto e onde tem a estátua super moderna de Benjamin Franklin, mas que infelizmente fechou);
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| A famosa estátua de Rock |
7. Nessas paradas aproveitamos também para conhecer os arredores, as praças, os barzinhos, as lojinhas, o shopping, os monumentos, a ferinha de Natal e a pista de patinação no gelo;
8. Sem sair do ônibus pudemos ver outros atrativos turisticos como a ponte Benjamin Franklin e o monumento aos veteranos da Guerra do Vietnam;
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| Ponte Benjamin Franklin |
9. Pegamos um uber para voltar a estação de trem. O nosso saía às 22hs. Então como chegamos cedo, aproveitamos bastante a cidade.
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| Vista de um observatório que, infelizmente, fechou |
Super recomendamos esse bate e volta. Apesar do frio (dezembro/2017), foi ótimo e, claro, ficamos com um gostinho de quero mais!
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| Catedral de St. Louis. |
Alguém já falou para você que estava de viagem marcada para New Orleans, capital da Louisiana/EUA? Aposto que não! Dificilmente alguém inclui a cidade em seu roteiro de viagem e um dos maiores motivos é por ser um Estado sulista americano dentre os mais pobres do país.
Mas a maioria não considera o quão cultural, turística e gastronômica é New Orleans que, inclusive, é a capital do Jazz!
Visitamos a cidade, em novembro/2017, e ficamos 4 noites. Tivemos uma experiência incrível e surpreendente. Por isso vamos listar aqui para vocês as coisas que nos deixaram encantados e muito satisfeitos com a nossa viagem.
1. Música pelas ruas! E não era qualquer música… era puro jazz!
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| Músicos tocando Jazz nas ruas |
2. O agito na avenida mais famosa e democrática da cidade: a Bourbon Street.
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| Bourbon St. |
3. O Museu Nacional da II Guerra Mundial com ótimo acervo e estrutura.
| Museu Nacional da II Guerra Mundial |
4. A Canal Street toda arborizada, cheia de lojas, restaurantes e até Cassinos!
| Canal St. |
5. Riverwalk Outlet localizado bem na região central, facilitando muito o descolamento de turistas que não precisam perder horas até chegar a um centro de compras desse tipo.
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| Outlet Riverwalk |
6. O Rio Mississippi e seu incrível passeio de barco a vapor nos remetendo a outros tempos.
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| Rio Mississippi |
7. O Superdome, palco de tantos jogos da NFL, localizado bem na região central, facilitando muito o descolamento de turistas.
| SuperDome |
8. A maravilhosa Catedral de St. Louis, localizada numa praça linda e com vista para o Mississippi.
| Catedral de St.Louis |
9. Culinária variada por conta do mix de culturas da cidade: francesa, espanhola e africana (cultura creola e cajun). O tempero mais apimentado está presente em grande parte dos pratos, o que nos agradou. A variedade de comidas típicas é grande e, com certeza, uma delas vai agradar você também!
Começamos pelo Po-Boy: pão no formato baguete recheado de camarões fritos que podem ser acompanhados de outros frutos do mar.
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| Po-boy |
Jambalaya: uma espécie de paella com camarão, lagostim, frango e, principalmente, pimenta! Maravilhoso para quem gosta de comidas fortes.
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| Jambalaya |
E, de sobremesa, um beignet, que parece um sonho, mas não tem recheio. Por fora tem muito açúcar. O local mais famoso para comer é o Cafe Du Monde.
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| Beignets |
Recomendamos muito a visita, não apenas pelos motivos que aqui elencamos, mas por muitas outras coisas que vivenciamos por lá.
Se você for para New Orleans podemos preparar um roteiro personalizado para você. Entre em contato conosco por e-mail: vemviajaramor@outlook.com
Lisboa é uma cidade linda e cheia de atrativos. Talvez o monumento que mais se destaque seja a Torre de Belém que fica, justamente na região de Belém. E na nossa viagem a Lisboa já começamos por essa região logo no primeiro dia de passeios, pois ela tem muito mais atrativos que somente a Torre.
Nessa região não tem metrô, então optamos por ir do nosso hotel que ficava na Praça Marquês de Pombal, de uber até lá. Fizemos parte do trajeto a pé, depois novamente de uber e no final de metrô até o hotel.
Chegamos na Torre de Belém por volta das 10hs, mas só a vimos por fora, mas é possível subir para ver a vista. Ela foi construida por volta do ano de 1515 para defender a cidade de ataques de navios inimigos.
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| Torre de Belém |
Depois seguimos para ver o monumento do Padrão dos Descobrimentos, praticamente ao lado. A sua grandiosidade impressiona. Tem formato de caravela e homenageia aqueles que fizeram as conquistas marítimas como Vasco da Gama e Pedro Alvares Cabral. Na frente dele, desenhado no chão, há um mapa com as conquistas portuguesas.
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| Padrão dos Descobrimentos |
Seguimos a pé até o Mosteiro dos Jerônimos. Compramos o ingresso antecipadamente (atualmente custa 10 euros). De cunho religioso, foi construido no século XV. Vasco da Gama e Camões estão sepultados lá.
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| Vão do Mosteiro dos Jerônimos |
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| Interior da Igreja de Santa Maria de Belém |
Seguindo, novamente, a pé, fomos comer os famosos Pastéis de Belém. Somente ali, ao lado do Mosteiro, existem os legítimos Pastéis de Belém com a antiga “receita secreta”, produzida no
Mosteiro, hoje, apenas conhecida pelos mestres
pasteleiros que os fabricam artesanalmente, na “Oficina do Segredo” do estabelecimento. Nenhum outro pastel pode ter essa denominação. Para os demais somente “pastel de nata”.
Eles surgiram o início do Século XIX
quando, após a revolução Liberal o clero foi expulso do mosteiro. Foi
fabricado por eles como uma tentativa de sobrevivência. E nós
agradecemos, né? Realmente, ele é diferenciado, mais corpulento e muito saboroso, com folheado crocante na medida.
E
lá você consegue vê-los sendo fabricado. E não desanime se o local
estiver muito movimentado, pois ele é bem grande e é tudo muito rápido. O preço atual da unidade é 1,40 euros.
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| Os legitimos pastéis de belém |
Aqui voltamos a pegar um uber, porque apesar de irmos sempre numa reta, a distância era grande. Dali do Pastel de Belém seguimos até a LX Factory, uma região revitalizada da Lisboa. Com lojas, restaurantes, livrarias, cafés e muita arte. Fomos durante o dia e estava bem tranquilo. Acreditamos que o movimento maior seja à noite.
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| Obra do artista Bordalo II |
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| Comur – A Conserveira |
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| Livraria Ler Devagar |
Dali pegamos novamente um uber para a nossa última parada: Mercado da Ribeira – renomeado para Time Out Market Lisboa. Para quem não sabe, Time Out é uma revista especializada em gastronomia e foi em Lisboa que, em 2014, abriram essa praça de alimentação diferenciada e muito charmosa. Hoje grandes cidades pelo mundo já possuem o seu mercado.
Comemos 3 tipos de pastel de bacalhau: tradicional, com azeitonas e outro picante. Todos uma delicia. A comida em Portugal, assim como os vinhos, tem ótimo custo benefício para nós brasileiros.
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| Pastéis de Bacalhau |
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| Time Out Market Lisboa |
Gostamos tanto do local e de sua vibe que voltamos lá uma outra noite para irmos em outro restaurante.
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| Polvo a lagareiro |
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| Time Out Market – Lisboa à noite |
No jantar comemos Polvo à lagareiro. Uma delícia! A noite o local é bem mais movimentado e tivemos que esperar um pouco para conseguirmos lugar para sentar, mas valeu muito a pena.
Mas continuando nosso trajeto diurno, para encerrarmos e, antes de pegarmos o metrô de volta para o hotel, passamos pela Rua Nova de Carvalho, no Cais do Sodré, região também revitalizada. E fica bem coladinha ao mercado.
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| Pink Street |
Agora ela é conhecida como Pink Street. Ela é cheia de bares e restaurantes, mas já foi um dos principais centros de drogas e prostituição de Lisboa e onde ninguém queria passar à noite. Hoje é bem o contrário. À noite é onde está o agito do local, mas nós fomos durante o dia apenas.
Depois disso, voltamos de metrô para o hotel.
| Enorme estrutura do Museu em New Orleans |
O Museu Nacional da Segunda Guerra Mundial está localizado na Magazine Street, em New Orleans, fazendo parte do roteiro do ônibus de turismo hip on hop off, que foi por onde chegamos e nos surpreendemos com a enorme e moderna estrutura.
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| Estátua de Franklin Roosvelt |
E quem nos dá as boas vindas é uma estátua de Franklin Roosvelt e uma calçada que homenageia os soldados americanos mortos em combate.
No hall de entrada do museu, antes mesmo de comprarmos os ingressos, já pudemos ver um enorme avião restaurado. E ao longo da visita veremos muitos deles.
Nós compramos os ingressos na hora e não pegamos nenhuma fila.
O tour começa nesse vagão de trem. Você entra e senta no banco como se realmente fosse viajar. Aí as janelas abrem (mas não são janelas, são telas) e pessoas abanam as mãos para você, como se você fosse um soldado indo para a guerra. Parece muito real, o que nos deixa emocionados.
O acervo do museu é um dos maiores sobre a história da guerra e enfatiza a participação americana no conflito, que começou em 1941.
Lá podemos ver jornais, fotos, uniformes, veículos, dentre outras coisas, usados no conflito. Originais e restaurados.
Os ingressos no site oficial custam a partir de 36 dólares.
Reserve meio período para a visita quando estiver na cidade.
Já fomos várias vezes para a Serra Gaúcha (sempre de carro, pois moramos em Santa Catarina) e, em cada uma delas fazemos roteiros diferentes.
É incrível a quantidade de atrações novas que surgem por lá a cada ano. Nossa última ida para lá (que vamos descrever aqui) foi em agosto/2023, mas com certeza, se formos novamente em 2024, novos atrativos turisticos iremos encontrar.
Nossa meta era conhecer as Vinícolas de Flores da Cunha (mais especificamente fazer a Rota Caminhos do Alfredo), a maior produtora de vinhos do Brasil. Então, de Florianópolis até lá
fizemos 1 parada antes e outra na volta para não ser tão cansativo (são
quase 7 horas de viagem, em um trajeto direto).
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| Mirante Gelain – atrativo que faz parte da Rota Caminhos do Alfredo |
Sempre saímos cedo daqui para não pegarmos muito transito e fazemos o trajeto pela Rota do Sol.
Segue o roteiro:
Parada 1: CANELA
Ficamos no Hotel Boutique Blumen. Só temos elogios! Inaugurado há pouco tempo, tudo novinho, quartos lindos e super convidativos para uma estada em casal, estacionamento e na mesma rua da famosa Catedral de Pedra. Ou seja, para passear pelo centrinho de Canela você consegue fazer tudo a pé. Super romântico. Escolhemos um com banheira (pelo booking nossa diária custou R$525). O café da manhã era a la carte (algumas coisas vinham direto na mesa, outras você escolhia no cardápio, sem limite). Quando chegamos já fomos recebidos com taças de espumante e no quarto uma caixa com docinhos nos aguardava. À noite, quando retornamos do jantar, um chá estava a disposição em nosso quarto. Super recomendamos essa hospedagem! Gostariamos muito de ir novamente.
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| Canela: Hotel Blumen – recepcionados com espumante |
Como era época de Festival de Cinema, demos um pulinho no Centro de Gramado para ver o movimento e o Red Carpet (sim! tem muitos famosos por lá! Foi a nossa segunda vez em Gramado nessa época e adoramos!).
Parada 2: FLORES DA CUNHA
Saimos cedinho do hotel em Canela para chegar ao nosso destino principal (o trajeto leva um pouco menos de 2 horas). Ficamos hospedados 2 noites no Letto Hotel (R$642,40), que conta com uma grande infraestrutura: muitos quartos, restaurante, bar, estacionamento, sala de jogos, piscina, além de estar localizado numa região bem central da cidade, mas ao mesmo tempo super tranquila.
Muitos vão perguntar: mas por quê Flores da Cunha? Por que não Bento Gonçalves? Primeiro, porque já estivemos no Vale dos Vinhedos (e queremos repetir!) e, segundo, porque ficamos encantados com as vinicolas de Flores da Cunha. Hoje a cidade conta com várias (sim! várias!!) rotas para você desbravar o turismo enogastronomico. Nós fizemos especificamente a Rota Caminhos do Alfredo (por acaso acabamos passando pelo Distrito de Otávio Rocha), onde existem várias atrações: muitas vinícolas, paisagem natural, trilhas, mirante, restaurantes e, acreditem, por toda a cidade você vai ver vinhedos! Não é a toa que Flores da Cunha é a maior produtora de vinhos do Brasil.
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| Rota Caminhos do Alfred – Flores da Cunha |
Nesse dia fomos logo fazer as visitas/degustações: Gran Nero Presunto Cru (R$85 – degustação de charcutaria), Mirante Gelain, Igreja, Vinícola Viapiana (R$45 – degustação de vinhos) e Vinicola Bebber (R$180 – degustação harmonizada).
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| Degustação de vinhos na Vinícola Viapiana |
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| Degustação Harmonizada na Vinícola Bebber |
No dia seguinte exploramos o Centrinho da cidade, fomos conhecer o Parque da Vindima (onde fica o Monumento do Galo, que já tem uma postagem aqui) e depois fomos: na Vinicola Monte Reale (R$50 – degustação de vinhos), visitamos a rota do Distrito de Otávio Rocha, fomos a Vinicola Luiz Argenta (R$120). Jantamos na Casa do Cogumelo, outra atração maravilhosa por lá.
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| Vinicola Monte Reale |
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| Centrinho de Flores da Cunha |
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| Distrito de Otávio Rocha: outra rota de enoturismo |
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| Vinicola Luiz Argenta |
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| Flores da Cunha à noite |
Deixamos Flores da Cunha e fomos para Farroupilha visitar o belissimo
Parque Salto Ventoso (R$10). O trajeto leva cerca de 1 hora.
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| Parque Santo Ventoso, em Farroupilha |
Após a visita partimos para Gramado, onde nos hospedamos no Hotel Águas
Claras (R$475), bem na região central, cheio de restaurantes ao redor e
onde pode-se fazer tudo a pé. Ele tem uma grande infraestrutura, com
piscina, estacionamento, grande restaurante, bar…
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| E pela segunda vez fomos ao Festival de Cinema de Gramado |
Enfim, adoramos diversificar no roteiro, pois a maioria das pessoas (nós já fizemos isso também) fica somente na região de Gramado e, no máximo, segue para o Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves, etc), então essas outras rotas são ótimas para conhecer toda a região.
Mesmo para quem não curte vinho, vale fazer esses passeios, pois os restaurantes são maravilhosos. E, se fossemos voltar hoje já acrescentaria, pelo menos, mais 1 dia na cidade de Flores da Cunha, por conta das vinícolas.
Nós amamos esse tipo de turismo e sempre recomendamos que você faça no máximo 3 degustações por dia para não ficar cansativo e não perder o foco de conhecer vinhos novos e acabar não sentindo o verdadeiro sabor deles.